Que Deus você quer?

Você quer um Deus que simplesmente te faça feliz ou quer um Deus que te transforme?

Dia desses, Deus me levou a ler um livro porque sabia o quanto eu precisava daquelas palavras. Nesse livro eu li que infelizmente, na maioria das vezes, querermos um Deus suficiente para nos fazer felizes – mas não para nos transformar.


Muitas vezes ficamos satisfeitos com cultos gostosos, louvores cheios da presença de Deus, palavras abençoadas e esquecemos que isso não é suficiente para Deus porque o que Ele quer é intimidade com a gente. Ele quer que sejamos parecidos com Cristo, quer nos transformar, e não apenas que a gente tenha uma vidinha prazerosa e satisfatória. Ele é um Deus do ótimo, do extraordinário, não apenas do ‘bom’.


Escolhemos o grau de intimidade que temos com Deus. As únicas limitações à presença Dele em nossas vidas são as mesmas geradas por nós – desculpas criadas para evitar que sejamos cheios com a medida de Deus. Quantas vezes damos desculpas para Deus e abrimos mão de estar na presença de Dele por motivos até ‘politicamente corretos’?


A desculpa de Marta era o dever. Ela deveria limpar e cozinhar. Pensava que não tinha tempo para sentar-se aos pés de Jesus. Mas, seja o que for – qualquer coisa que nos impede de passar um tempo regularmente com Deus – é pecado.


Nos envolvemos muito rápido com outras coisas, até mesmo coisas ‘de Deus’, coisas realmente necessárias, mas esquecemos da MELHOR parte.


“Mas uma só [coisa] é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada¹”


Então, Deus te faz uma pergunta (como está fazendo agora para mim): Você quer um Deus que simplesmente te faça feliz ou quer um Deus que te transforme? Você quer se ocupar e preocupar com as coisas ‘necessárias’ ou quer priorizar a melhor parte, que não lhe será tirada?


“Mas, buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas²”.


 

Inspirado no livro:”Como ter o coração de Maria no mundo de Marta”, de Joanna Weaver; Editora CPAD
¹Lc 10:42.
²Mt 6:33.

Thariane Muniz, 09/07/2008

Tags: , ,

5 comentários para “Que Deus você quer?”

  1. Lee disse:

    Isso liider! É bem verdadeiro! As vezes queremos agradar a Deus para receber o amor Dele, e na verdade já O temos! O que precisamos é fazer as coisas siim para Ele, mas como prova de amor nossa pra Ele! Isso inclui primeiramente nosso tempo! É a primeira prova de amor que damos a Deus! =)
    Por isso, vamos láá, sempre e sempre separando o melhor tempo, e depois as melhores coisas!!! =)

    te amo liider.. beeijo³

  2. Adri disse:

    É verdade…creio que esse é um tempo de voltar realmente ao zelo da presença do Senhor…quantas coisas no nosso dia-a-dia querem prender nossa atenção,nosso tempo….porém precisamos rever o que realmente é nossa prioridade…..a presença de Deus acima de TUDO,pois Ele é a base para todas as coisas….é Ele quem faz as coisas acontecerem…´sem Ele o tempo gasto até mesmo em sua obra é em vão..pois Ele é a essência de Tudo……….

  3. Kessie disse:

    Isso aí Thari!!
    To com você!! Vamos escolher a melhor parte então!!!
    Bjocas!!

  4. Mari Lima disse:

    Bom… Texto bom… Como todos os da Thari são…

    Esse tem sido um tempo de ouvir o chamado de Deus pra buscarmos a melhor parte. Creio que Ele tem falado com muitos a esse respeito… Quando estamos com Ele, nada mais pesa em nossos ombros, em nossas cabeças… Quando estamos com Ele sabemos que não há lugar melhor… Nos braços do Pai!

  5. Israel disse:

    Primeiróvski! (corrigido)

    Realmente… Interessante que estou lendo um livro chamado O EVANGELHO MALTRAPILHO, do Brennan Menning, e lá ele fala algo parecido.

    Podemos perceber que como Igreja, estamos vivendo em um período de acomodação, o que me faz pensar em um termo: “cristianismo capitalista”. É o padrão de oferta e procura. O que Deus tem a me oferecer? O que esta igreja pode me beneficiar? São amigos, são bençãos? É reconhecimento, afirmação? Abrimos a Bíblia como um panfleto de supermercado e procuramos qual é o “serviço” que me traz as melhores ofertas ao invés de dedicar nossa existência como oferta a quem realmente importa adorar.

Deixe um comentário