“No ano em que o rei Uzias morreu, eu vi o Senhor assentado num trono alto e exaltado, e a aba de sua veste enchia o templo.” (Isaías 6:1)
O rei Uzias reinou em Jerusalém por 52 anos. Ele é considerado um dos grandes ‘bons reis’ de Judá, mas não é lembrado por suas grandes realizações, mas sim pela queda e morte. Não há espaço para dois reis na vida de nenhum de nós.
Somente depois que Uzias morreu, “outro rei” pôde apresentar-se a Isaías e dizer:
“Agora eu deixarei que você me veja. Você pensou que a glória do antigo rei era grande demais. Deixe eu lhe mostrar a minha glória.”
O profeta escreveu: (…) e a aba da sua veste enchia o templo.
Isaías passou 30 segundos na presença do Rei – alto e exaltado, e isso mudou, reformou e transformou completamente sua vida e seu ministério.
O profeta Isaías se sentia seguro ao lado do rei Uzias, pois era dependente dele. Quando o orgulho e a soberba do Rei Uzias o levaram a queda e a morte, o profeta Isaías se sentiu sozinho, desprotegido e não tinha mais de quem depender. Então foi ao templo para chorar e viu a glória de Deus. Deus se mostrou para que o profeta soubesse que a glória Dele é infinitamente maior que a do rei Uzias.
Isaías foi ao templo muitas vezes, já havia experimentado a presença de Deus, mas nunca antes tinha visto Ele. Isaías só viu a Deus quando o rei Uzias morreu. Isto é, no plano perfeito de Deus para o ser humano não há espaço para dois reis. Ele é o Rei soberano e exaltado, Ele merece toda honra e glória e é Dele que precisamos depender.
Quando Isaías reconheceu a grandeza da glória de Deus, sua vida mudou completamente.
Deus, eu também quero te ver!
Isaías nos ensina que só veremos a Deus quando os outros “reis” de nossas vidas morrerem.
Para você que quer ver à Deus, deixo duas perguntas:
Quais “reis” que precisam morrer na sua vida? (A inveja? O orgulho? A soberba? A avareza? A mentira?)
De quem somos dependentes? Da presença do Rei dos Reis ou dos “outros reis”?
Lembre-se: Isaías só viu a Deus quando o Rei Uzias morreu.
Marina Lima
@mmahllima
(texto baseado no livro “Os Descobridores de Deus” –Tommy Tenney)
Estimativas independentes supõem 60 milhões e ainda diz que nos domingos tem mais chineses nas igrejas do país do que em toda a Europa .
É visível o aumento do número de cristãos na China, depois de tanta repressão por parte do governo, hoje a população está mais livre para poder frequentar cultos sem se esconder, tanto que aos domingos as igrejas tanto evangélicas ficam cheias e muitos já consideram que neste dia da semana tem mais fiéis nas igrejas chinesas do que nas igrejas espalhadas pela Europa.
Ainda não há números exatos que apontem a quantidade de cristãos no país, enquanto o governo chuta o número de 25 milhões – 19 milhões de protestantes e seis milhões de católicos, fontes não oficiais estimam 60 milhões de cristãos ao todo. Apesar dessa boa notícia, as igrejas ainda estão restritas às ordens do governo chinês, desde a década de 80 é as autoridades quem autoriza o funcionamento de uma igreja que são chamadas de igrejas oficiais, elas são subordinadas à administração do Estado para assuntos religiosos e não podem tomar parte em qualquer atividade religiosa fora dos locais designados ao culto. Além disso, elas devem aderir ao slogan “Ame o país, ame sua religião”.
Outro dado relevante é que na China o ateísmo é pregado nas escolas para cumprir o objetivo do Partido que é “proteger e respeitar a religião até o momento em que a religião por si só desapareça”. Pensamento fruto da herança política de Mao Tsé Tung que considerava as religiões como um “veneno”.
Tipos de Igrejas na China
Hoje tanto protestantes quanto católicos estão divididos, na China, entre igrejas oficiais e não oficiais. A Associação Patriótica Católica, aprovada oficialmente, nomeia seus próprios bispos e não tem permissão de manter qualquer contato com o Vaticano. Mas existe no país uma Igreja Católica extraoficial, maior, que conta com o apoio do Vaticano. A Igreja Protestante oficial, por sua vez, cresce ainda mais rápido do que a católica. Mas há outro tipo de igreja protestante que também tem crescido bastante no país, as chamadas “igrejas domésticas” que são clandestinas, ou melhor, não têm a autorização do Estado e por isso incomodam o governo que reage com prisões.
Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas. (Ef 2:10)
Refletindo sobre este texto (Efésios 2:10) podemos aprender algumas coisas muito interessantes. A palavra feitura origina-se da palavra grega “poiesis” e pode ser traduzida no português por poesia ou criação.
Se formos pensar de forma simples e literal, podemos entender que nós somos poesia de Deus. Sim, somos obra das mãos do maior e mais ilustre poeta, Deus.
Da mesma forma, amor e cuidado com que criou os céus e a terra, também planejou, escreveu e criou você, a poesia mais linda do mundo!
“A matéria-prima do poeta é a palavra, assim como o oleiro extrai lindas formas do barro, o escritor tem total liberdade para expressar seu coração em versos”.
No entanto, quando falamos em poesia, podemos citar algumas características deste gênero literário:
I – A poesia é exclusiva
Não é possível que um poeta crie uma poesia igual à outra. A poesia é única. A poesia é a inspiração pontual de quem a cria. Ela transforma os pensamentos em versos singulares.
Você é exclusividade de Deus! Você é único, especial, singular. Cada detalhe da sua vida foi pensado de forma detalhada, de forma que você pudesse contemplar a grandiosidade e a beleza de quem o criou.
II – A poesia é o retrato da expressão do coração do autor
Quando as palavras do poeta viajam da sua mente até suas mãos, passam pelo coração, e levam consigo os sentimentos mais profundos do autor. Os desejos, sensações e emoções mais intensas e reais, são lançadas na poesia, em forma de versos.
Deus te desejou, te planejou, rasgou seu próprio coração, para poder criar uma poesia que pudesse ser a expressão mais perfeita da sua glória. Tanto que te fez a Sua própria imagem e semelhança. Isto, para que, quando as pessoas lessem você, pudessem contemplar também a essência do Criador.
III – A poesia atrai, mexe, apaixona, move e comove
Mais do que criar a poesia, o autor anseia alcançar a mente, o coração e a vida de quem irá apreciá-la. A poesia gera sentimentos, apaixona, comove, mexe nas emoções e no senso de percepção das coisas deste mundo. Ele move a estrutura de pensamentos, nos paradigmas da existência e atrai sorrisos.
Quando escreveu você, Deus ansiou em te ver gerando amor, gerando vida em quem estava morto. Ansiou ver você arrancando sorrisos de rostos cansados e amargurados. Quando Deus escreveu você, desejou que você fosse cheio da Sua doce e preciosa presença e que esta presença pudesse tocar a vida daquele ao seu redor que está abatido, querendo desistir.
IV – A poesia de Deus possui harmonia perfeita
Na escrita da poesia pode-se utilizar a chamada licença poética, que permite ao autor brincar e manipular as palavras sem importar-se com a ortografia ou com normas literárias. No entanto, quando Deus criou a poesia mais linda do mundo, você, escreveu em perfeita harmonia. Nada saiu fora do planejado. Nada foi deixado para trás. Nada foi esquecido. Nenhum ponto, nenhuma vírgula, nenhuma estrofe foi mal pensada. Cada detalhe foi exposto de forma harmônica e equilibrada. Cada palavra foi minuciosamente pensada para que pudesse, realmente, expressar o que estava no íntimo do seu coração e assim, formar você, a poesia mais linda do mundo.