Deus, eu quero te ver!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

“No ano em que o rei Uzias morreu, eu vi o Senhor assentado num trono alto e exaltado, e a aba de sua veste enchia o templo.” (Isaías 6:1)

O rei Uzias reinou em Jerusalém por 52 anos. Ele é considerado um dos grandes ‘bons reis’ de Judá, mas não é lembrado por suas grandes realizações, mas sim pela queda e morte. Não há espaço para dois reis na vida de nenhum de nós.

Somente depois que Uzias morreu, “outro rei” pôde apresentar-se a Isaías e dizer:

“Agora eu deixarei que você me veja. Você pensou que a glória do antigo rei era grande demais. Deixe eu lhe mostrar a minha glória.”

O profeta escreveu: (…) e a aba da sua veste enchia o templo.

Isaías passou 30 segundos na presença do Rei – alto e exaltado, e isso mudou, reformou e transformou completamente sua vida e seu ministério.

O profeta Isaías se sentia seguro ao lado do rei Uzias, pois era dependente dele. Quando o orgulho e a soberba do Rei Uzias o levaram a queda e a morte, o profeta Isaías se sentiu sozinho, desprotegido e não tinha mais de quem depender. Então foi ao templo para chorar e viu a glória de Deus. Deus se mostrou para que o profeta soubesse que a glória Dele é infinitamente maior que a do rei Uzias.

Isaías foi ao templo muitas vezes, já havia experimentado a presença de Deus, mas nunca antes tinha visto Ele. Isaías só viu a Deus quando o rei Uzias morreu. Isto é, no plano perfeito de Deus para o ser humano não há espaço para dois reis. Ele é o Rei soberano e exaltado, Ele merece toda honra e glória e é Dele que precisamos depender.

Quando Isaías reconheceu a grandeza da glória de Deus, sua vida mudou completamente.

Deus, eu também quero te ver!

Isaías nos ensina que só veremos a Deus quando os outros “reis” de nossas vidas morrerem.

Para você que quer ver à Deus, deixo duas perguntas:

Quais “reis” que precisam morrer na sua vida? (A inveja? O orgulho? A soberba? A avareza? A mentira?)

De quem somos dependentes? Da presença do Rei dos Reis ou dos “outros reis”?

Lembre-se: Isaías só viu a Deus quando o Rei Uzias morreu.



Marina Lima
@mmahllima

(texto baseado no livro “Os Descobridores de Deus” –Tommy Tenney)

Onde está Deus?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

escondeEm diversos momentos nos perguntamos: “onde está Deus?” pensamos que ele sumiu, que ele não está mais conosco, mas na verdade ele só está escondido.

Deus se esconde? Sim! Deus quer ser encontrado por seus filhos, e na bíblia existem versículos como: “busque a minha face” ou então “busquem o senhor enquanto se pode achá-lo”. Deus não se esconde para não ser encontrado, ele se esconde pelo puro prazer de ser encontrado, prazer em ver sua alegria dizendo: “ele está aqui!!!”
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Luz do Mundo

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

fosforo“Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.” Mt 5:14

Nós somos a Luz do mundo. Fomos feitos para iluminar nossa geração, fomos feitos pra brilhar a luz de Cristo. Mas pra que a luz brilhe são necessários sacrifícios.

Sacrificar coisas, vontades, relacionamentos, sonhos contrários aos de Deus, e tudo mais que Deus nos pedir…

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Não olhe para as circunstâncias!

sábado, 18 de julho de 2009

Rede JovemNada é mais grave para um músico do que perder a audição. Beethoven perdeu-a após ter feito belas composições. Deixar de ouvir e compor músicas era tirar o chão de Beethoven. Cogitou, assim, o suicídio.

Mas, quando todos pensavam que seus sonhos teriam sido enterrados pelo silêncio da surdez, surgiram sorrateiramente os mais espetaculares sonhos, Beethoven decidiu superar essa dificuldade.

Ou ele se calaria diante a surdez ou a enfrentaria. E fez o que ninguém jamais havia feito: produziu músicas sem poder ouvi-las.
Assim, mesmo surdo, ele aprendeu a ouvir o inaudível, aprendeu a ouvir com o coração. Não desistiu da vida, ao contrário, exaltou-a.
Com indescritível sensibilidade, Beethoven compôs belíssimas músicas após a surdez. Ele ouvia a vibração das notas com o ouvido encostado no chão.

Quando lutamos pelos nossos sonhos, os surdos podem ouvir melodias, os cegos podem ver cores, os abatidos podem encontrar força pra continuar. Os sonhos têm o poder de nos levar a patamares impensáveis.
(Texto resumido extraído do livro Nunca Desista de Seus Sonhos – Augusto Cury)

Imagine que você é um músico…
Agora imagine que de uma hora pra outra você, músico, perde sua audição.  E agora?
Como você se sente?

Sentimentos de que a vida acabou  naquele momento e de que não há mais nada a fazer predominam em nosso coração. Mas não podemos deixar que eles criem raízes. Não podemos deixar que esse sentimento frutifique!
Em nossa vida a surdez de Beethoven pode ser um relacionamento rompido, a perda de alguém que amamos ou a reprovação nos estudos, a não aceitação em uma entrevista de emprego, dentre tantas outras coisas que em determinados momentos achamos ser o fim da vida!
Se um músico não se deixou abater pela surdez por que eu vou me deixar abater por esses problemas?
Deus está dizendo:  “Eu estou contigo!”
Deus é capaz de fazer o surdo ouvir melodias, o cego ver cores, e somente nele o abatido encontrará forças pra continuar!
Procure-o!
Deus está com você! Não deixe as circunstâncias roubarem seus sonhos, não desanime… Olhe para Deus! Creia em Deus!

Quero te desafiar a não olhar para as circunstâncias. Eu te desafio a olhar para Deus a cada sentimento de fracasso, de derrota, sentimento de que é o fim!
Olhe para Deus, pois Ele está com você!

Marina Lima, equipe de comunicação da Rede Jovem.

O time escolhido por Jesus

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Time de JesusMateus, o publicano – Tinha péssima reputaçãoprincipalmente, por ser coletor de impostos, e na época os coletores eram famosos pela corrupção.
Era um homem que gostava de festas e usava o dinheiro público para promovê-las.

Tomé – Só conseguia acreditar naquilo que tocava, andava segundo a lógica e desconfiava de todos.

Pedro – Era o mais forte, determinado e sincero do grupo. Porém, n era culto e era intolerante, irritado, agressivo, inquieto, impaciente, indisciplinado, não suportava ser contrariado, não planejava seu futuro, e vivia somente em função dos prazeres do presente. Também era hiperativo e intensamente ansioso, sempre impondo e não expondo suas idéias.
Trabalhava mal suas frustrações e repetia os mesmos erros com freqüência.
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